O cantor Bad Bunny e o presidente norte-americano, Donald Trump, voltaram a agraciar as luzes da ribalta – pelo menos em Barcelona. Pela mão do artista Alberto León, um mural retrata o porto-riquenho durante a sua atuação no intervalo do Super Bowl, surgindo de mãos dadas com uma criança de cinco anos que muitos associaram ao menino detido pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês), em Minneapolis. Ligeiramente atrás está Trump, irado e de mãos abertas.
O magnata, cujas cores escuras contrastam com o branco dos restantes intervenientes, é embelezado por dois pombos cinzentos, pousados na cabeça e no ombro. Bad Bunny e a criança, por seu turno, surgem rodeados por pombas brancas. Se o cantor empunha uma bola de futebol americano em que se lê “Juntos somos a América”, o menino abraça um Grammy.
É que, recorde-se, o porto-riquenho fez história ao vencer o Grammy de Álbum do Ano, com “Debí Tirar Más Fotos”. Como se não bastasse, acumulou outros cinco galardões na cerimónia, que aconteceu a 1 de fevereiro de 2026. Já durante a sua atuação no intervalo do Super Bowl, o artista ofereceu um dos prémios a um menino de cinco anos parecido com o menor que havia sido detido com o pai, em Minneapolis. Contudo, não se tratava de Liam Ramos, mas sim do ator Lincoln Fox.
Denominado “America”, o mural está na rua Sotstinent Navarro, ao lado da Via Laietana, na capital catalã. O artista pretendia enaltecer a mensagem veiculada por Bad Bunny no domingo passado, enquanto símbolo de paz contra as políticas de imigração de Trump: “A única coisa mais poderosa do que o medo é o amor.”
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